Diário![]() 06/01/2010 15h40
VERNIZ SOCIAL E EDUCAÇÃO...
A diferença entre o verniz
social e a educação Uma é consistente a outra verniz somente Uma resiste com elegância e gentileza a outra contrariada trinca o verniz Despe a máscara desliza Desce do salto rola ribanceira quebra o barraco Uma é profunda A outra superficial A diferença é evidente Uma se desculpa a outra machuca Quer saber a diferença? Catuca! @Vera Lúcia de Oliveira (Stellamaris) Rio, 06/01/2010 15:48 Publicado por Stellamaris em 06/01/2010 às 15h40
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. ![]() 27/12/2009 18h55
MULHERES CELTAS
MULHERES CELTAS
Um exército inteiro de romanos, era incapaz de deter um punhado de galeses, quando esses pedissem ajuda a suas mulheres. Elas surgiam convertidas em verdadeiras "fúrias": inchando o peito, relinchando como cavalos selvagens e rangendo os dentes, se atiravam sobre os adversários dando patadas, mordidas e praticando ações tão fulminantes, que todos diziam que elas se convertiam em verdadeiras catapultas. Eram umas lobas que, à céu aberto lutavam raivosamente para proteger sua tribo. O conceito celta da mulher se diferenciava do que tiveram os gregos e romanos. As funções que desempenhava rompiam padrões, causando impacto e assombro entre os escritores, ou historiadores contemporâneos dos celtas, que deixaram suas impressões escritas. A impressão geral que se obteve da mulher celta de antigamente, foi que ocupou um privilegiado lugar, se compararmos com outras mulheres de outras sociedades da época em que viveu. Sua importante função se desenvolveu em "pé de igualdade" com os homens, tanto de direito, quanto de dever. As mulheres celtas foram tão boas guerreiras quanto os homens, muito temidas por sua valentia e força, pois não eram vencidas fisicamente com facilidade. Elas sempre os precediam nas lutas, muitas vezes, surgiam nos campos de batalha como verdadeiras feras, que nuas, gritavam, uivavam, insultavam o inimigo com palavras, empunhando lanças e imitando a Deusa Guerreira "Morrigan". Se fosse preciso, mostravam suas nádegas como uma ato de desrespeito ao inimigo, ao puro estilo celta. A mulher da Velha Irlanda, único lugar que nunca foi visitado pelas legiões romanas, manteve sua independência até o século XII e uns três séculos mais, estava ainda, quase em plano de igualdade com o homem. Ela não foi derrotada em luta pelos romanos, mas sim pelo cristianismo. Podemos dizer, que a mulher celta foi a grande precursora do feminismo moderno. Antigas lendas falam de mulheres sábias, médicas, legisladoras, druidesas, poetisas, indicando que as mulheres ocuparam essas posições dentro da sociedade. Tampouco eram excluídas do privilégio da educação, pois existem numerosos registros a respeito. Também houve mulheres que governaram e esposas de governantes muito populares, assim como também guerreiras. Podiam ainda, ostentar o mando militar, como foi a caso de Boudicca, a Rainha e Capitã da tribo dos Iceni britânicos, cujas ações bélicas foram consideradas as mais sangrentas realizadas pelos celtas. Uma mulher divorciada retinha suas propriedades, mais o dote, o qual, no sistema legal Brehon, era requerido tanto do marido como da mulher (consistia usualmente em bois, cavalos, escudo, lanças e espadas). A esposa também podia exigir de um terço à metade da riqueza do marido. O sexo não era encarado em rígidos termos moralistas: uma mulher não era "culpada" de adultério se tivesse relações extraconjugais; uma mulher podia escolher seu marido (a maioria dos povos dessa época, permitia unicamente que o homem escolhesse uma esposa); os casamentos tinham duração de um ano, quando podiam ser renovados se houvesse mútuo consentimento; a homossexualidade masculina era comum e aceita, especialmente entre guerreiros. Quanto as druidesas, embora muitos autores negam a sua existência é por não terem sido mencionadas por alguns historiadores da época como Júlio César, que nunca chegou até as ilhas, de onde provinham todos os relatos acerca das sacerdotisas. Entretanto, Pomponio Mela faz um relato sobre elas quando acompanhou Adriano até as ilhas britânicas: "havia na alta Caledônia mulheres sacerdotisas chamadas Bandruidh que, igual aos druidas varões estão divididas em três categorias..." e segue detalhando sobre o lugar que ocupavam na sociedade e as funções que exerciam. As lendas nos narram episódios onde mulheres druidas eram relevantes na história, assim: Gáine como uma chefe druida, Aoife ou Aife, irmã de Deusa Scâthach, que com sua varinha converte em cisnes os filhos de Lyr. A Biróg, outra druidesa, que ajudou Cian a conhecer Eithlinn, feito muito relevante na mitologia celta irlandesa, pois dele nasceria posteriormente Lugh. Muito embora a mulher celta fosse uma guerreira, ela se preocupava com a aparência. Trançava os cabelos, usava muitos adornos e até pequenos sinos em suas roupas para atrair a atenção do sexo oposto. Forte, mas feminina, pois sabia que era a única do gênero humano que podia dar vida. Sem descendência, não haveria família, nem clã, nem tribo. Com escassa descendência, sua tribo se tornaria menos numerosa, possuindo menos recursos, menos mãos para o cultivo e para guerra. Publicado por Stellamaris em 27/12/2009 às 18h55
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. ![]() 17/12/2009 00h04
CUIDADO COM O MEIO AMBIENTE@ Luiz Carlos Formiga
"O meio ambiente em que a alma renasceu,
muitas vezes constitui a prova expiatória..." O Meio Ambiente Influi no Espírito? “O meio ambiente em que a alma renasceu, muitas vezes constitui a prova expiatória; com poderosas influências sobre a personalidade, faz-se indispensável que o coração esclarecido coopere na sua transformação para o bem, melhorando e elevando as condições materiais e morais de todos os que vivem na sua zona de influência”. Emmanuel, livro "Consolador", psicografado por Francisco Cândido Xavier. O editorial do Jornal do Brasil, de 5 de setembro de 2007, diz que o presidente pode ter pecado se encarou as leis de proteção ambiental como entrave à execução de projetos estratégicos. Ao queixar-se do arsenal jurídico brasileiro esqueceu-se dos Princípios de Proteção do Meio Ambiente: “uma obra demora dois ou três anos para começar, por conta do tempo para legalizar tudo”. O tempo passará mas deixará o resultado do governo como herança para as futuras gerações. Pensando na responsabilidade civil o IBAMA exige detalhamento e cuidados que podem ser demorados. Um rápido exame dos princípios de proteção do meio ambiente pediria a diminuição dos exageros da retórica. Os Princípios são o sustentáculo do Direito Ambiental. São elementos vitais do próprio Direito. A Constituição da República instituiu como principio da ordem econômica a defesa do meio ambiente. Todos temos direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado. Estamos diante do Principio da Ordem Econômica e o do Desenvolvimento Sustentável impondo a utilização não predatória dos recursos ambientais. Desta forma o desenvolvimento sustentável trazendo implícito o desenvolvimento científico, a preservação ambiental e a sadia qualidade de vida, extrapola o âmbito do próprio Direito Ambiental para tornar-se uma meta a ser perseguida por todas as nações do mundo. Hoje o meio ambiente ocupa entre nós um novo patamar. O de um valor fundamental que considera, como Emmanuel, a subjetividade humana, o social e o ambiental. Isso nos faz refletir sobre a necessidade de se colocar freios nos supostos avanços industriais, de modo a que não venham a ser um perigo para a sobrevivência. Como instrumentos de defesa surge a tutela do meio ambiente no âmbito administrativo com o estudo prévio de impacto e o licenciamento ambiental. A tutela civil vai tratar da responsabilidade dos causadores dos danos ambientais. O estudo do impacto ambiental e o licenciamento é realizado por equipe multidisciplinar, responsável civil e criminalmente pela emissão de atestados. Muitos juristas entendem que qualquer impacto deve ser considerado, uma vez que todo dano é capaz de causar uma significativa degradação ambiental. No entanto, há uma resolução do CONAMA que dispõe sobre licenciamento ambiental em empreendimentos elétricos com pequeno potencial de impacto. Esta é uma atividade que também requer atenção redobrada. O licenciamento somente poderá ser revogado se verificado algum vício insanável. Entendemos que é ato a ser presidido pelos princípios de proteção. Especialistas em Saúde Pública apontam a degradação ambiental como fator desencadeante de doenças emergentes ou re-emergentes. Eles temem que uma mudança global do ambiente possa trazer severas conseqüências microbiológicas. Estas alterações poderiam ter reflexo no Direito Internacional, onde as doenças infecciosas causam problemas diversos, como por exemplo no comércio e nos direitos humanos. As leis do comércio internacional lidam com medidas-restritivas também no campo veterinário, aquelas que os Estados justificam com base em saúde-pública. As de controle de doenças infecciosas restringem os direitos humanos como aprendemos com a epidemia de AIDS. Podemos até nos queixar que uma obra possa demorar, mas devemos considerar que o Principio da Cooperação Internacional, referido na ECO 92, diz que “o Estado tem a responsabilidade de assegurar que as atividades sob sua jurisdição, ou controle, não causem danos ao meio ambiente de outros Estados.” Outro postulado também ajudaria, mesmo num improviso, se fosse levado em conta o Princípio do Meio Ambiente Ecologicamente Equilibrado. Este principio impõe ao Poder Público e à coletividade o dever de defender o meio ambiente e de preservá-lo para os presentes e para as futuras gerações. Não se pode permitir a extinção de espécies animais, o que poderia desencadear a superpopulação de outras. Como o dano ambiental possui as características de irreversibilidade e irreparabilidade o Principio da Prevenção (Precaução ) é aclamado. Colocado na Lei em 1981, referendado em 1988 torna-se norma obrigatória em 1994. Reflexão próxima a anterior é a preservação da diversidade biológica. Aqui o Poder Público se encontra diante do dever de preservar a diversidade e a integridade do seu patrimônio genético e de fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e a manipulação deste material. É o Princípio da proteção da Biodiversidade. As legislações de proteção ambiental são um avanço para o país. Não podemos perder oportunidades para informar sobre princípios. O Principio da Educação Ambiental foi negligenciado. Este principio é imperativo constitucional, mas, antes de tudo, uma obrigação individual porque não é apenas o Poder Público que deve promover a informação ambiental, pois o meio ambiente é um bem de toda a coletividade. Sua integridade é base para que o homem possa perseguir e sonhar com o seu bem estar físico, psíquico e social. Um meio ambiente ecologicamente equilibrado é fundamental para saúde que desabrocha no Princípio da Sadia Qualidade de Vida e vida é direito fundamental do homem não abolido por emenda constitucional. Para uma boa qualidade de vida necessitamos de meio rural e cidades saudáveis o que aponta na direção da função social da propriedade. Dentre os requisitos exigidos está a utilização adequada dos recursos naturais disponíveis e preservação do meio ambiente, cabendo a propriedade rural o respeito pelo meio ambiente ecologicamente equilibrado. Embora deva ser feito por competente equipe multidisciplinar, o Estudo e o Relatório de Impacto Ambiental deverá ter o seu conteúdo exposto a todos os interessados em audiência pública. Aparentemente longe do editorial do JB dois outros princípios podem ser lembrados. O Principio do Poluidor Pagador e o da Participação Popular. O segundo encontra relação direta com o Princípio da Educação Ambiental, aquela que oferecerá como produto um melhor eleitor. Este eleitor consciente não levará ao poder o político que comprará cotas de poluição pela certeza da impunidade. Como acelerar os estudos e relatórios sobre impactos ambientais? Este tema merece ampla divulgação. Ficamos felizes ao tomar conhecimento da palestra “A Exigência da Compensação Ambiental no Âmbito do Licenciamento Ambiental” realizada dia 17 de setembro, na Escola da Magistratura do Estado do Rio de janeiro. Afinal, o meio ambiente pode ter poderosas influências sobre a personalidade. Luiz Carlos D Formiga é professor universitário da UFRJ e UERJ, aposentado. Publicado por Stellamaris em 17/12/2009 às 00h04
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INDECIFRÁVEL
Indecifrável
Inutil tentar decifrar o indecifrável Como a folha rola ao vento Segue a vida lenta e calma Seguindo entre a luz e a escuridão As vezes sorrisos as vezes tristeza Mesclando imaginação e realidade Combalida caminhada Deixando somente a alma se epressar Ouvindo o interior Observando a vida fluir Apenas sendo Até deixar de ser... @Vera Lúcia de Oliveira (Stellamaris) Rio, 23/11/2009 01:31 Publicado por Stellamaris em 23/11/2009 às 01h35
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FISIOLOGIA DE UM BEIJO
Fisiologia de um beijo
Um beijo pode causar repulsa ou atração Um beijo envolve muitos mistérios e segredos O sabor de um beijo degustado com a alma torna-se inesquecível! O perfume de um beijo é instigante sensual O toque de um beijo é sublime como a suavidade angelical A carícia de um beijo é a plenitude da ternura Polo de atração envolvendo duas criaturas num elo energético plasmando o amor @Vera Lúcia de Oliveira (Stellamaris) Rio, 22/11/2009 15:00 Publicado por Stellamaris em 22/11/2009 às 23h45
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